Quem sou eu

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São Luís, Maranhão, Brazil
Eu sou um poema inacabado que ninguém nunca leu. Eu sou a paisagem daquele quadro que o pintor não terminou. Eu sou uma tarde quente de verão em que não choveu. Eu sou Aquele rio que secou Antes de alcançar o mar. Eu sou aquele sonho bonito que ninguém realizou. Eu sou a escultura quase perfeita que caiu da mão e quebrou. Eu sou aquela paixão gostosa que por medo, alguém sufocou. Eu sou o amor que alguém esperava mas nunca chegou. Eu sou metade do que eu desejava ser... o dobro do que eu nunca esperei!!!

31 de mai de 2010

Uma das músicas que marcaram a minha vida

Strani amori

Mi dispiace devo andare via
Ma sapevo che era una bugia
Quanto tempo perso dietro a lui
Che promette e poi non cambia mai
Strani amori mettono nei guai
Ma, in realtà, siamo noi

E lo aspetti ad un telefono
Litigando che sia libero
con il cuore nel lo stomaco
Un gomitolo nell’angolo
Lì da sola, dentro un brivido
Ma perché lui non c’è

E sono strani amori che
Fanno crescere e sorridere
Fra le lacrime
Quante pagine lì da scrivere
Sogni e lividi da dividere
Sono amori che spesso a questa età
Si confondono dentro a quest'anima
Che si interroga senza decidere
Se è un amore che fa per noi

E quante notti perse a piangere
Rileggendo quelle lettere
Che non riesci più a buttare via
Dal labirinto della nostalgia
Grandi amori che finiscono
Ma perché restano nel cuore

Strani amori che vanno e vengono
Nei pensieri che lì nascondono
Storie vere che ci appartengono
Ma si lasciano come noi

Strani amori fragili
Prigionieri, liberi
Strani amori mettono nei guai
Ma, in realtà, siamo noi

Strani amori fragili
Prigionieri, liberi
Strani amori che non sanno vivere
E si perdono dentro noi

Mi dispiace devo andare via
Questa volta l’ho promesso a me
Perché ho voglia di un amore vero
Senza te

Estranho Amor

Me desculpe devo ir embora
Mas sabia que era uma mentira
Quanto tempo perdido atrás dele
Que promete depois nunca cumpre
Estranhos amores que nos metem em problemas
Mas na realidade, somos nós.

E na espera de um telefonema
Brigando para que esteja livre
Com o coração no estômago
E um nó na garganta
Ali sozinho, dentro um arrepio
Mas porque ele não está

E são... Estranhos amores que
Fazem crescer e sorrir
Entre as lágrimas
Quantas paginas ali para escrever
Sonhos e marcas para dividir.
São amores freqüentes a esta idade
Se confundem dentro desta alma
Que se interroga sem decidir
Se é um amor que se faz por nós

E quantas noites perdidas a chorar
Relendo aquelas cartas
Que não consegue mais jogar fora
Do labirinto da saudade
Grandes amores que terminam
Mas que ficam, no coração

Estranhos amores que vão e voltam
Nos pensamentos que os escondem
Histórias verdadeiras que nos pertencem
Mas se deixam como nós

Estranhos amores frágeis
prisioneiros livres
estranhos amores que nos metem em problemas
mas na realidade, somos nós

Estranhos amores frágeis
Prisioneiros livres
Estranhos amores que não são sadios de viver
E se perdem dentro de nós

Me desculpe devo ir embora
Desta vez prometo a mim
Porque quero um amor de verdade
Sem você.